As empresas de engenharia ligadas ao setor industrial começam a se articular para, de alguma forma, sensibilizar o governo a incluí-las no programa de desoneração da folha de pagamento.

O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Industrial (ABEMI), Antonio Müller, é quem está encabeçando as reivindicações. Ele elogiou a decisão do governo de tornar permanente a desoneração da folha, alegando acreditar que a medida dá previsibilidade para as empresas. “A medida traz previsibilidade, simplificação (redução do fluxo tributário) e incentiva o investimento em infraestrutura”, disse.

Porém, segundo ele, seria de grande valia o aperfeiçoamento de alguns pontos do benefício, como a inclusão de empresas de engenharia e arquitetura, que também participam de obras, e a questão da instrução da Receita que mantém retenção de 11% quando a alíquota da contribuição é de 2%, o que prejudica as empresas.